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De Braga ao Porto em 40 minutos via CP…

Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008 Escrever um comentário Ver comentários

Foi criado no passado dia 22 de Janeiro, um blog que retrata o descontentamento dos utentes da CP, na linha Braga-Porto-Braga.

Eu, infelizmente, tive que me mudar para Braga, desde Setembro de 2007, e tenho que fazer a referida viagem de comboio todos os dias – de carro fica insustentável financeiramente – daí­ ser uma das pessoas interessadas neste assunto.

Blog dos utentes CP Braga-Porto-Braga.

ACTUALMENTE a viagem da linha de Braga demora 1h ou 1h15,o que não é admissível para as centenas de pessoas que diariamente fazem a viagem “pendular” entre estas 2 capitais de Distrito, que apenas distam 50Km. Impõe-se uma mudança!

OBJECTIVOS: 1.Exigir à CP, através de uma petição, o regresso das viagens rápidas (pelo menos nas horas de ponta); 2.Promover neste espaço um entendimento sobre os horários que melhor servem a generalidade dos utentes.

EXIGIMOS UMA VIAGEM DE 40 MINUTOS!
BRAGA – NINE – FAMALICÃO – TROFA – ERMESINDE – PORTO CAMPANHA – PORTO S.BENTO

Eu não digo eliminar todos os comboios que efectuam paragens nas estações intermédias, mas criar alguns, especialmente nas horas de ponta (8:30 / 9h e 18:30 / 19h), que sejam mais directos e tenham menos paragens, porque as pessoas das localidades intermédias também necessitam de ter acesso ao comboio.
Mas, também seria impensável que todos os comboios que fazem a ligação Porto-Lisboa parassem em tudo que é apeadeiro, como actualmente acontece com a ligação Braga-Porto-Braga.

Um dos problemas que existe nesta ligação (Braga-Porto-Braga) são as linhas.
Mesmo o Alfa Pendular, em horas de ponta, não passa dos 40, 50 ou 60Km/h, visto que em horas de ponta juntam-se nestas linhas, diversos comboios – os de mercadorias, os de passageiros para as pequenas localidades que param em tudo quanto é local, e os comboios rápidos que apenas devem parar em determinados locais e sempre a andar. E para piorar na zona da Trofa, ao invés das escassas duas vias, só existe uma (situação a ser resolvida entretanto), mas como os comboios não podem passar uns por cima dos outros, alguns tem que parar, para dar passagem a outros…

E como alguém disse em um outro blog: “Há frente de um comboio com pressa, há sempre um comboio que pára em todas as estações e apeadeiros do seu percurso“.
A coisa piora quando se começa a chegar a Lousado / Ermesinde, quando restantes comboios se juntam em fila indiana – desde os comboios do Douro (suburbanos + Regionais + Inter-Regionais + Mercadorias) com os do Minho, mais os de Braga, mais de Guimarães…
Entre Contumil e Campanhã já existem cinco vias, daí­ não haver este problema, mas nos restantes casos, são apenas duas vias – ou uma apenas no caso da Trofa.

Por isso, se é das pessoas que diariamente tem que passar pelo mesmo que as centenas de utilizadores desta linha, visite o blog e assine a petição…
Pelo menos, os resultados já estão a surgir… A imprensa já começou a falar no assunto [#1], [#2], [#3], [#4], [#5], [#6] e [#7].

Algumas das informações contidas neste post, foram adaptadas de uma resposta de Dario Silva, autor do site O Comboio.net. Um site para quem gosta de comboios. A visitar!

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  1. Hacklaviva! Abre sexta dia 20, no Porto!
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Comentários
  1. Utente
    28, Janeiro, 2008 a 03:41 | #1

    Será que vamos ter de esperar pelo TGV?
    Ou pela Alta-Velocidade?
    Não se sabe quando ou se é para já, pois já se fala disso há bué de tempo e ainda não se viu nada.
    Só é para Lisboa é que se investe, para levar as altas individualidades de fim de semana a Madrid. O resto do país é que continua à espera.
    É preciso encurtar o tempo da viagem, mas é agora.
    Não se pode estar permanentemente à espera, que a vida não pára.
    É que entretanto, quem precisa vai casar, muda de terra, passa a andar de carro, muda de país, de emprego, e a CP ou a REFER perdem clientes, o paí­s ganha em emissões CO2, as pessoas desistem e passam aos meios de transporte alternativos, e quando chegar o TGV ou a Alta-Velocidade, já não é rentável, porque outros modus operandi se afirmaram.
    Oportuno é agora.
    Depois, já não interessa.

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