28 / Jul / 2005, 21:27.
A Microsoft, na sua luta contra a pirataria, passou a obrigar os utilizadores do serviço Windows Update a inserirem o seu número de série e a instalar um novo componente que irá pesquisar no computador versões pirateadas de software Microsoft…
O problema, para a Microsoft, é que esta protecção do Windows Update foi “crackada” em menos de 24 horas, permitindo aos utilizadores “ilegais” do Windows efectuaram as suas actualizações normalmente.
Não devia dizer isto, mas, antes de primirem os botões “Custom” ou “Express”, basta copiarem o seguinte texto para a barra de endereço do IE e primir ENTER:
javascript:void(window.g_sDisableWGACheck=’all’)
E pronto, Windows Update crackado…
Fonte: BoingBoing.net / The Inquirer
19 / Jul / 2005, 11:38.
You will love the VOIPBuster - Segundo eles dizem…
Através da tecnologia VOIP (Voice OVer Internet Protocol) é possÃvel realizar chamadas através do nosso computador, quer para outros utilizadores de programas similares, quer para telefones fixos.
Este VOIPBuster permite efectuar chamadas para diferentes paÃses gratuitamente, tendo apenas o limite de 1 minuto por chamada, mas caso pretendam tempo ilimitado, basta que efectuem o registo e comprem crédito de apenas 1 euro…
A partir daqui são chamadas grátis… 
“we have limited our Free-Calls policy to 1 minute per call. If you want to enjoy UNLIMITED free calls, just sign in and buy 1 euro worth of credit. “
18 / Jul / 2005, 11:59.
Uma pessoa já pouca vida social tem… Depois ainda encontra alguns repositórios como este (Freeware Files) e este (SoftPedia) e toca a “explorar” o conteúdo.
Assim não dá…
Só mais um minuto e já me vou… 
04 / Jul / 2005, 17:49.
Depois do Google Maps e do Google Local, eis que a Google lança o Google Earth…
Uma aplicação que permite a visualização do planeta Terra a partir do espaço e efectuar zoom’s até ao nÃvel das ruas. Nota 5 para o programa…
Pena que ainda não tenha Portugal completo, mas o Porto, Lisboa, Braga, Viana do Castelo, Leiria, etc, já estão por lá com bastante detalhe…
Já agora, as API’s para desenvolvimento de aplicações encontram-se aqui para o Google Maps ou para quem pretender utilizar a versão do Yahoo, encontram-se aqui.
04 / Jul / 2005, 04:30.
Após 4 dias quase sem dormir, desenvolvimento HTML do novo webmail do Clix está terminado…
Finalmente…
01 / Jul / 2005, 17:19.
Entra hoje em vigor nova taxa de IVA, passando dos 19% para os 21%…
Para além do governo andar “preocupado” que os comerciantes aumentem os preços exagaradamente, como se passou aquando da alteração para 19% e da entrada do Euro, as empresas andam todas preocupadas em mudar os seus sistemas de gestão para que suporte esta alteração.
Nomeadamente, as empresas de software de gestão (as auto-denominadas software-houses) procuram agora estragemas para que os clientes actualizem as suas versões para as mais actuais; que comprem novas aplicações; que paguem pelo serviço de alteração do IVA, entre outros coisas…
O que tenho reparado, porque estou dentro do meio, é que existem muitas empresas:
- Que oferecem um utilitário que permite aos utilizadores efectuarem automaticamente a alteração;
Não seria mais fácil criar uma tabela nas base de dados que permitesse aos clientes gerir os impostos como bem entenderem, criando um registo tipo ID, IVA, VALOR e se fosse necessário pudesse haver 2 tipos de IVA (como existe nas Ilhas para compras e vendas)? Criar uma rotina que permitisse, dentro do programa para alterar x registos para um determinado imposto e outros registos para outro imposta caso seja necessário? É assim tão ilógico ter uma funcionalidade assim?
- Outras empresas estão a cobrar pela assistência e auxÃlio aos seus clientes via telefone ou email para que os próprios alterarem os dados nos programas;
Será que quem deveria pagar não deveria ser a “software-house” ao cliente? Então não sabem que um imposto pode mudar? Que um cliente poderia ter que se reger por outras taxas? Então, um cliente compra um software que não lhe permite fazer uma funcionalidade para o qual foi desenvolvido e ainda terá que pagar, por causa da empresa não saber pensar um bocadinho na estrutura da base de dados e esquema da aplicação?
Não quero dizer que sejam muitas as empresas a fazer isto, mas mesmo a ideia de oferecer (ou cobrar por) um utilitário para actualizar os registos é uma solução “feita em cima do joelho” para resolver o problema, ao passo que o cobrar aos clientes para que estes vejam o seu problema resolvido via telefone ou email é “pura roubalheira”. A tarefa de ir prestar assistência à s instalações do cliente já é outra história.
Com ou sem contractos de assistência, o cliente pagou para ter o software funcional a facturar com impostos, sejam eles quais forem, por isso a culpa será da “software-house” que não soube (ou não quis
) desenvolver o software correctamente…
É certo que os clientes também não podem exigir que o software funcione sempre, nem que um software comprado há 10 anos ainda funcione segundo os parâmetros actuais e normalmente um software é vendido “como está” (thanks pela notificação, Sad_Place
) por isso também tem que se ver o lado da empresa ao querer cobrar um valor para efectuar as modificações…
Mas como sempre, tudo depende de como as empresas tratam os seus clientes e de como querem ver recompensado o seu trabalho.
- Se oferecem o serviço gratuitamente, os clientes ficarão todos contentes e serão potenciais compradores no futuro de novo, mas também poderão exigir mais coisas “gratuitamente” no futuro - fazer o tÃpico choradinho…
- Se cobram pelo serviço e os clientes que não se importam de pagar para ter as “coisas bem feitas” ficam contentes pois terão um bom serviço e o programa a funcionar correctamente no menor espaço de tempo.
- Se cobram pelo serviço e os clientes não querem pagar, estes provavelmente irão pagar contrariados e muito dificilmente irão voltar a comprar algo a esta empresa e a empresa aqui poderá perder bastante, visto que para além de perder um cliente… Este poderá passar más referências para amigos, colegas, etc quando estes tiverem à procura de um determinado software e a credibilidade que demora anos a conquistar pode-se perder no espaço de horas…
E tenho dito!

